sexta-feira, 7 de junho de 2013

Qual o seu motivo?


"Que eles dêem graças ao Senhor por seu amor leal e por suas maravilhas em favor dos homens." (Salmos 107:31)

Tenho pensado a respeito da motivação nos últimos dias. Sobre os impulsos internos que nos levam à fazer alguma coisa. Sempre há um motivo, ainda quando não estamos satisfeitos em fazê-lo. Posso, por exemplo, não gostar do meu trabalho, mas me motivo a fazê-lo, porque preciso do salário ao final do mês, e no momento é necessário que eu adquira experiência naquela determinada atividade, por exemplo. Mas o bom da vida, é quando encontramos algo maior; algo que nos impulsiona abundantemente à prosseguir, descartando todas as chances de retroceder e desanimar; Eu encontrei o meu motivo em Deus!

A pior coisa que existe, é aquele que endurece o coração à Deus. Dá brechas ao ceticismo, à incredulidade, e sutilmente sua vida é saqueada por completo, pelo maligno. Seus sonhos se esvaem, sua vida já não têm a proteção Divina; por este ignorar à Deus e abandoná-Lo, agora encontra-se vulnerável, exposto, nu, frente ao inimigo. Sua mente crê nas mentiras de Satanás, seu coração dilacera-se gradativamente; já não há razão em existir.

É o risco daquele que não procura encher-se do Espírito! Sua carne vai ficando forte, torna-se cada vez mais difícil resistir ao pecado, e o inimigo sempre à espreita, ao derredor e esperando à quem tragar, lança seus dardos inflamáveis de mentiras, no qual ele é mestre, especialista e pai! De repente começam os pensamentos enganosos: "Será mesmo que Deus existe?"; "Deus não tem nada de bom para a minha vida"; "Deus não me ama"; "Como pode um Deus bom permitir que a minha vida seja dessa forma?" Mentiras, enganos, afirmações distorcidas, mas "convincentes". Esse é o risco. Esse é o preço de endurecer o coração à Deus e caminhar no pecado! Enquanto vivemos com Deus, nascidos Dele, (regenerados), neste, o Maligno não o toca (1Jo 5:18); mas a Bíblia diz que o mundo está sob o poder do Maligno (1Jo 5:19). Pondere o estrago! 

Já vivi longe de Deus, irmãos. Antes de conhecê-Lo (de meu encontro real com Ele), experimentei o que é estar sob o poder do Maligno. Pela graça de Deus, muitos livramentos e desgraças foram evitados, mas por causa da minha desobediência, fui roubada em diversas áreas da minha vida!

Minha saúde era um completo caos; já escrevi aqui sobre isso. Acordava mal, ia dormir pior. Sintomas desgastantes e sem diagnóstico preciso; uma depressão severa que me tirou toda a alegria, transtornos psicológicos, períodos de uma euforia terrível onde não dormi nem comi por vários dias. Meu dia, era apenas mais um terrível dia. Trabalhava num ambiente hostil, vivia relacionamentos conturbados com as pessoas, minha vontade de viver era zero, dentro de mim havia um vazio tangível, parecia um buraco. Me isolava das pessoas, tinha crises horríveis, desejava nunca ter nascido!

Deus nisso tudo? Era Alguém que eu  até cria, mas só buscava quando lembrava, ou já não suportava mais o peso do pecado. O pecado de odiar o fôlego de vida que Ele me dera, de planejar minha própria destruição, ainda que na minha lembrança mais distante, eu sempre soubesse que era templo Dele, e que fui criada com um propósito infinitamente maior do aquele terrível que eu mesmo me colocava.

Só quem experimenta o cativeiro, conhece a liberdade. Hoje me sinto como essas crianças desta imagem! Gosto da luz do sol, assim como eles correm neste lindo dia. Hoje abro as janelas, que sempre mantinha fechadas. Valorizo pequenas coisas como esta. O colorido de todos esses balões que me convencem de que não há apenas o modo cinza de pensar. A vida não é feia, não é amarga, Deus jamais desviará os olhos de mim; há diversas cores, diversas chances de mudar o ponto de vista, de experimentar a única coisa  relevante e que realmente importa nessa vida: servir à Deus nos momentos felizes e tristes, porque hoje entendo que distanciar-se Dele é a decisão mais lamentável que alguém pode tomar!

Dou graças ao Teu amor leal, Senhor! Dou graças por Tuas maravilhas em meu favor! Dou graças porque Tu és o meu motivo todos os dias! É confortante saber que, embora o dia não tenha sido bom, mas eu o terei começado da melhor maneira possível: buscando Tua face e Te entregando a minha vida! Todos os dias, até que minha entrega seja completa, e a tua glória me revista!

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Campanha | 40 Dias de Jejum e Oração por nossas famílias


Creio que nasceu no coração de Deus, o propósito de fazermos uma campanha de jejum e oração de 40 dias por nossos familiares! O objetivo central da campanha, é aproximar nossos familiares de Deus, orando em prol de conversões/retorno aos caminhos de Deus, bem como outros motivos de oração pessoais como cura, restauração, entre outros.

O início da campanha é dia 01/06 e vai até 10/07, concluindo então os 40 dias! O tipo de jejum fica a critério de cada um, de acordo com sua disponibilidade.

Junte-se a nós e veja o sobrenatural de Deus acontecer através de nossa consagração e clamores à Deus!
Que possamos testemunhar abundantemente para a glória de Deus, colhendo os frutos deste movimento!

Vamos dedicar ao menos 1 hora do nosso dia em favor de nossa família? Deus espera ouvir nossa intercessão!

Que Deus os abençoe!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Objetos e práticas abomináveis (Astrologia)


A astrologia (do grego astron, "astros", "estrelas", "corpos celestes" e logos, "palavra", "estudo"), é uma crença segundo a qual as posições relativas dos corpos celestes poderiam, hipoteticamente, prover informações sobre a personalidade, as relações humanas e outros assuntos mundanos. [...] A comunidade científica considera que a astrologia é uma *Pseudo-ciência ou uma superstição, já que até hoje, nenhum astrólogo apresentou evidências oficiais acerca da eficácia de seus métodos. (Fonte: Wikipedia).

*Pseudo-ciência: Reivindicação, crença ou prática que se apresenta como científica, [...], mas não adere a um método científico válido, carece de provas e plausibilidade, não podendo ser confiavelmente testado..." (Fonte: Wikipedia).

Cientificamente,  podemos dizer que a astrologia é vista como "uma superstição sem evidências de sua eficácia"; enquanto que Biblicamente, que é o que nos interessa, a astrologia é algo maldito.

"E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos. E sejam para luminares na expansão dos céus, para alumiar a terra. E assim foi." (Gn 1:14-15).

Deus determinou que o sol, a lua, e as estrelas servissem de sinais que conduzissem a Ele, além de regularem o andamento dos dias, estações e anos. A astrologia deturpou esses propósitos determinados para os astros e urdiu o ensino falso de que os astros e planetas influenciam e orientam a vida das pessoas. (Fonte: Bíblia de Estudos Pentecostal, Donald C. Stamps).

O propósito de Deus ao criar as estrelas, definitivamente não foi para que através delas o homem pudesse prever o futuro e determinar personalidades diferentes; as estrelas, assim como toda a criação de Deus, foram criados para a glória de Deus. "Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos" (Sl 19:1).

A astrologia é uma forma de adivinhação. Podemos ver em vários lugares do Antigo e Novo Testamento à aversão de Deus à práticas como essas. 
Antes de Israel entrar em Canaã, Deus os advertiu que não imitassem as práticas pagãs daqueles povos (Dt 18:9-13). A Bíblia diz que o Senhor tem repugnância por quem pratica essas coisas (Dt 18:12) e mais adiante, os adverte dizendo que as nações que eles iriam expulsar davam ouvidos aos que praticavam magia e adivinhação, mas a eles (os israelitas), Deus não permitiu tais práticas (Dt 18:14).

Deus não permitiu que os israelitas se contaminassem com adivinhações e outras práticas pagãs, simplesmente porque Deus os escolheu como um povo separado, guiado por Deus e chamado para ser santo! Só por aqui já é possível ver que praticar, acreditar, enfim; ter qualquer relação ou crença na astrologia é pecado! Deus nos chama para a santidade!

No capítulo 47 do livro de Isaías, é predita a queda e ruína da Babilônia, — conhecida por suas práticas pagãs e cultura detestável. "Todos os conselhos que você recebeu, só a extenuaram! Deixe seus astrólogos se apresentarem, aqueles fitadores de estrelas que fazem predições de mês a mês, que eles a salvem daquilo que está vindo sobre você; sem dúvida eles são como restolho, o fogo os consumirá. Eles não podem nem mesmo salvar-se do poder das chamas" (Is 47:13-14).

A lógica da condenação de Deus à astrologia é até mesmo óbvia: o nosso futuro pertence à Deus! Não é uma mera especulação escrita em uma revista, que irá determinar o curso daquele dia, mês, ou enfim, do meu futuro! 

Quanto à personalidade, seria possível que bilhões de pessoas tendessem a possuir personalidades iguais ou semelhantes? E portanto, todas as pessoas do signo de peixes estariam "destinadas" às mesmas coisas no determinado mês, teriam um estilo de personalidade "X", e poderiam, por exemplo, confiar que no dia "Y" estarão mais propensas à "sorte", e por conta disso devem arriscar para aquele dia algo que muito desejam? 

Antes de confiar quem você é e o que espera por você em algo subjetivo, furado, e pior, que é tido como pecado à Deus, procure entender do que se trata esta prática e de onde ela vem. 

Estudos afirmam que seu início se deu entre outros lugares, também na Babilônia; basta ler a Palavra de Deus e ficará explícito o tipo de práticas e culturas abomináveis que tinha aquele lugar. Não é para menos, que Apocalipse cita a ira de Deus sobre a Babilônia para simbolizar todas as culturas pagãs existentes, a infidelidade à Deus, entre outras práticas depravadas (Ap 17:1).

Algumas pessoas sentem-se indiferentes quanto à astrologia. Não conhecem suas fontes, não são dos mais "fanáticos" pela prática, mas também não a abominam; as vezes até dão uma olhada na previsão para a semana, leem quanto a sua personalidade. Pois sabendo que Deus abomina tais coisas, não há razão para continuar crendo e até mesmo buscando, estas coisas. Precisamos vigiar quanto à isto; Deus não revela nosso futuro através dos astros, nem dos mortos, nem de espíritos, ou de qualquer outra coisa; Deus sempre usou seus profetas para isto e nunca foi à toa, só para saciar a curiosidade de alguém, ou "para saber se a semana é boa para mudar de emprego", por exemplo. Deus só se revela a quem lhE convém e nunca é deste modo. 

É de suma importância averiguar se há algum objeto relacionado à astrologia; tudo o que é abominável à Deus vem do maligno. Logo, se vem do maligno, pode trazer influências negativas às nossas vidas, e sempre desagradam a Deus!

Que o Espírito Santo venha discernir esta reflexão à você, e que o temor do Senhor esteja no seu coração, de modo que tudo o que é abominável aos olhos do Senhor, esteja distante de ti. 

Que Deus os abençoe!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Estudo Dízimos e Ofertas.


Sei que este assunto bastante polêmico é motivo de dúvida para muitas pessoas, inclusive para cristãos. Por conta disso, resumi um estudo para esclarecer quanto à "dízimos e ofertas" no Antigo e no Novo Testamento.

A palavra hebraica para "dízimo" (ma' aser) significa literalmente "a décima parte."

Na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29). O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida.
No âmago do dízimo, achava-se a ideia de que Deus é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado.
Além dos dízimos, os israelitas eram instruídos a trazer numerosas oferendas ao Senhor, principalmente na forma de sacrifícios. Levítico descreve várias oferendas rituais; o holocausto (Lv 1;6.8-131), a oferta de manjares (Lv 2; 6.14-23), a oferta pacífica (Lv 3; 7.11-21), a oferta pelo pecado (Lv 4.1-5.13; 6.24-30) e a oferta pela culpa (Lv 5.14-6.7; 7.1-10).
Além das ofertas prescritas, os israelitas podiam apresentar outras ofertas voluntárias ao Senhor. Algumas destas eram repetidas em tempos determinados (ver Lv 22.18-23; Nm 15.3; Dt 12.6,17), ao passo que outras eram ocasionais.

Os exemplos dos dízimos e ofertas no AT contêm princípios importantes a respeito da mordomia do dinheiro, que são válidos para os crentes do NT. Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses.
Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5).
Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de Deus, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1Vo 9.4-14; Fp 4.15-18; 11Tm 5.17,18), para ajudar aos necessitados (Pv 19.17; Gl 2.10; 2Co 8.14; 9.2), para acumular tesouros no céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35) e para aprender a temer o Senhor (Dt 14.22,23).

Nossas contribuições devem ser proporcionais à nossa renda. No AT, o dízimo era calculado em uma décima parte. Dar menos que isto era desobediência a Deus. Aliás, equivalia a roubá-lo (Ml 3.8-10). Semelhantemente, o NT requer que as nossas contribuições sejam proporcionais àquilo que Deus nos tem dado (1Co 16.2; 2Co 8.3,12).

Nossas contribuições devem ser voluntárias e generosas, pois assim é ensinado tanto no AT (ver Êx 25.1,2; 2Cr 24.8-11) quanto no NT (ver 2Co 8.1-5, 11, 12). Nossas contribuições devem ser dadas com alegria.

Fonte: Estudo Dízimos e Ofertas, Bíblia de Estudos Pentecostal - Donald C. Stamps.